Have you alredy imagined to be a technophobic?

If you ask me most people talk about their internet habits such as to make new friends on-line, reading news, posting in forums, social networking,, downloading programs and music above all this the direct exchange of fast information, in other words, interactive communication. Every anyhow we can receive an replye from anywhere in the world.

Sometimes, we don´t know where the source come also we are not dangers poset for  an properlase of instant messaging as form of real-time conventional communication between two or more people on typed text even if the text is conveyed via computers connected over a network.Also equally that most of the attitude and behavior towards the interves are exaggerated need of safety.

Do you think it should have protected so hard to have a safe internet?

If often think if we setted one or two more rules.It will be what could it stands to reason our request whom, the only thing is transform desire for control into silent oppression to consider in this a piece of advince.

According to a set of rules.However, there is the most of people would have it protected during and while they use the internet.I still believe in the belief what the internet to turn possible into participation democratic of every description.

The contact between strangers , exchange and convey the information and what it wish it pic up.Although, this outlook be the self.It´s obvious what whenever occurs frequently another hand and at the same time and unfortately as the fear (phobic) grow also feet like doing something to be under control in secret over the hiding place visible in the refletion in the window of our fears what it almost to have the exaggerating feeling to be on the safe in your possession.

Keywords: technophobic, communication, internet.

Anúncios
Publicado em Public Sphere | Marcado com , , | Deixe um comentário

Estamos preparados para desbravar todo o potencial da rede social on-line?

A  revista veja do dia  8 de julho deste ano, publicou  de forma bombástica e polêmica uma matéria a respeito da adesão  de cerca de 29 milhões de brasileiros que dentre outras coisas, apregoam com extrema convicção de alcançarem a marca de milhares de amigos.@ todavia , os seus corações permanecem naufragados ainda no mar da solidão.

Contudo, este fenômeno nesta magnitude seja tipicamente brasileiro, o redator alega que oito a cada dez pessoas que estam conectadas no Brasil têm o seu perfil estampado em algum site de relacionamento e, além do mais, a cada minuto precioso gastado, passa a ser  dedicado a atualizar seu perfil pessoal e investigar a vida alheia.Segundo os dados do Ibope Nielsen Online, em nenhum outro pais  há uma verdadeira epidemia.com em direção as amizades virtuais.

As redes sociais on-line de relacionamento é uma página na rede na qual pode-se publicizar um perfil público acerca de si mesmo e montar um menu de outras pessoas com as quais deseja manter contato.Nessa medida, eles não pertencem essencialmente ao reino da vilania ou do heroismo, como toda tecnologia ,ele é neutro , portanto , e neste sentido, o que resta é a intenção da qual se faz dele.

Os sites de relacionamento mais populares no brasil são Orkut, Twintter, facebook, Sonico, Myspace, Linkedin, este último é o mais singular em relação aos demais, pois destina-se a fazer contatos profissionais como também descobrir eventuais oportunidades de carreira mediante a lista de contatos dos amigos.

A minha opinião, é a mesma levantada pelo meu amigo Paulo Ahagon  acerca da internet: ” de fato, não estamos usando todo o potencial da qual a rede é capaz de realizar”. Nesse sentido,  nossa percepção em relação  ao nosso comportamento diante da Internet, e , particularmente, as redes sociais está muito aquém daquilo que ela é capaz de realizar , enquanto a disponibilidade de novas formas estéticas, cognitivas, literárias  na dinâmica da emergencia do surgimento de novas configurações sociais, culturais, linguísticas.

Segundo Steve Jonhson, o fenômeno da emergência como um atributo da natureza,  manifesta-se nas margens das micro interações entre agentes adaptativos cuminando de maneira imprevisivel na emergência de sistemas de distintas ordens .Sendo assim, não é possível fazer nenhuma previsão  do que virá a ser, tornando-se incognicível diante do olhar totalitário e regulador.

Neste caso, eventualmente, os sites de relacionamentos podem de fato associarem mediante a práticas de uso e articulação de imagens de distintas maneiras tal como manifestar-se publicamente diante do governo vigente de modo a desestabilizar e reascende , com isso, em prol de novas atitudes e práticas de participação políticas  de movimentação contra-hegemonicas tipícas de formas de ativismos e organização descentralizados de uma consciencia multicultural em defesa dos direitos humanos.

Um caso desta natureza ocorreu devido o assassinato da jovem Neda em teerã pelo governo iraniano da qual veio a tornar-se um ícone da resistencia da revolução verde , e  logo após este episódio, os Aiatolás sancionaram como medida visando a contenção de eventuais manobras de subversão por parte dos simpatizantes do movimento a causa , desencadeando uma escala sem precedentes de uma onda de censura e  controle acerca de ,um modo geral, as mídias de massa, a televisão, a rádio,  a mídia impressa  e, sobretudo, aos jornalistas correspondente de outros países  a pedido das autoridades iranianas.O que fez com que milhares de pessoas utilizam-se a internet ,efetivamente, no âmbito dos sites de relacionamento tais como twinter, facebook e blogs da quais foram difundidos para o mundo de modo a cair nas no reconhecimento do presidente Barak Obama através de uma mensagem gravada pelo celular e colocada no twintter e enviado  para ele  , cujo da mesma forma enviou pela mesma mídia ,  noticiando tanto seu repúdio como ao mesmo tempo  reiterou sua posição de endurecimento como porta voz da política externa do EUA  perante  ao governo  iraniano via twintter  devido ao ato de tamanha atrocidade cometido em violação dos direitos Humanos e que apartir deste acontecimento  adotaria mediadas rígidas em relação o descaso acometidas pelo  governo de Teerã.

Publicado em Public Sphere | 1 Comentário

“Todo o documento de cultura, é também um documento de barbárie” Walter Benjamin

O testemunho da bárbare civilizada

Publicado em Public Sphere | 1 Comentário

O eclipse da utópica cruzada civilizatória

Necessariamente precisamos ser “esclarecidos” acerca de todos os feitos históricos das epopéias gloriosas da humanidade? E quanto ao limite, seja de nossa  participação ou intervenção  neste mundo ? todavia, acreditamos ainda dessa herança do espírito moderno, de forma que legitmamos e reproduzimos  de forma quase sistemática ,com ou sem consciência do ato em si, a ordem simbólica cujo o nosso capital cultural faz parte,  em  contra-partida e ,simultaneamente, visamos a alçar  posições estratégias dentro deste mesmo campo  que ,por conseguinte, tornamos detendores deste tipo de saber na qualidade de agentes treinados com os quais se constituem em determinados grupos. Por isso, buscamos a todo momento a autonomia de um determinado campo do “saber” e “conhecer” das quais implica em uma operação em hierarquizar , separando o que é do que não é legítimo, além de  ensinar,divulgar e consagrar estes elementos fontes de divisões e conflitos com os quais  legitimam  a apropiação desigual dessas competências com disposição adquirida(habitus) para ,com isso, poder  “discursar” estéticamente  de forma competente sobre o assunto do universo de coisas perante a uma fração da  “platéia de telespectadores” para as quais fomos treinados e escolhidos pelas instituições do saber. A minha pergunta de fato é a seguinte: somos realmente  capazes de descrever a dinâmica  da vida  e dos seus segredos ?;  e dela, as suas tramas e vicissitudes? De fato, por que tememos tanto e desesperadamente o desconhecido e o embrutecido? Embora, muitas vezes cientes das circunstâncias do momento, escaparem de nossas percepções projetadas racionalmente e da nossa sensação efêmera de segurança e bem-estar , que muitas vezes de maneira sutil, estão bem escondidos nos nossos procedimentos recheados de tabus e  interditos morais das quais fazem parte dos nosso imaginário repleto de  fantasmas e monstros, criados tanto pela nossa finitude  quanto pelo nosso temor diante do sofrimento e da nossa fragilidade com os quais resvalam-se , sobremaneira, nas nossas engenhosidades pinceladas em  sonhos e utopias ;  tecidas dialógicamente e ,simultaneamente, no processo da dependência e na interdependência da fluição das  fronteiras lógicas imaginárias com as quais se constituem na própria ambivalência da epifania da vida: desejo e medo, temor e paixão, razão e loucura?

O que são nossas cidades, nossa civilização, nossa racionalidade técnico-científica , senão  o desejo humano providencial , quase divino de predizer e controlar  o que batizamos de  futuro.De modo que ainda acreditamos no simples fato , que detendo a posse do desenvolvimento técnico-científico, poderíamos ,assegurar  prometéricamente como um passe de mágica, a “normalidade” do universo previsível ; imaculado de epidemias , oriundas das indefinições e imperfeições, advindas das  incertezas da vida e da natureza da sua complexidade. Além disso,essas premissas de planejar e administrar o mundo ,e ,com isso, distribuir as glórias da humanidade pela terra inteira por meio do vosso ato de subjugar os outros , segundo ao nosso ideal de projeto de  “civilização”, tornou-se, portanto, uma premissa vital tanto para a manutenção da existência de toda utópica  cruzada civilizatória  como de um conjunto de dogmas e convicções constituintes das quais fazem parte e ratificam a permanência de uma religião cientificista .O que sabemos, é que a civilização ocidental , optou por  ancorar suas bases apolíneas no cais da  divina providência técnico-científica ; uma espécie de  “porto seguro” sitiado de uma míriade de certezas racionalizadas com a intenção ingênua de administrar as vicissitudes letais do amanhã .Mesmo ,que para isso, a  “humanidade toda  pictografada” em um efêmero projeto útopico de civilização, idealizado por poucos “sábios ilustrados”  cujos  legitimamos muitas vezes de forma habitual e factual a “normalização” de um modo de ser e viver de um  facismo social  que aliena e fragmenta a estrutura social e, é permissiva , tanto para autodeterminação individual e coletiva quanto a um novo projeto crítico e social.De todo modo  na ordem do  “olhar dito civilizado, toda e qualquer forma de  vida não escapa pelo crivo da”  mensuração e da classificação das quais atribuem um valor objetivo da vida em geral .E,  em contrapartida, quando desvalorizada ,decreta-se  sistemáticamente o seu exterminio pela via profilática. Por estar fora de lugar, não  é visto como desejável,  belo e adequado em relação aos nossa catografia cognitiva.Nesse sentido, tanto  a legitimidade  quanto o sentido  assumem simbólicamente os significados e valores de  “bom senso” e juízo  por reproduzirem e manterem essa própria ordem. Mas, que ordem é essa que tanto falamos? E de que lado da linha invisível do nosso olhar partem nossas sentenças e  o direito de decidir sobre todas as coisas, o seu destino?  Não podemos esquecer da violência sistemática de grande parte das práticas de xenofobia e  genocídios éticos, culturais  e sociais, cometidos na sua grande maioria, pelos regimes ditos “democráticos”  no sentido de manter as fronteiras e a legalidade habital da organização social, resguardados do contágio do efeito cancerígeno do que é visto como estranho, estrangeiro e ,consequentemente,  passivel de toda sorte de estigmas e estereótipos. Dessa maneira, a  civilização ocidental como uma utopia é refém da sua própria fragilidade por resguarda-se para si, toda a mesmice rotineira e previsível,  do perigo da contradição e da crítica da  lógica da “verdade racionalizante” e  indolor, essencial para  toda retroalimentação da ordem totalitária atualmente impregnada  “epidermicamente” no  cotidiano de um tipo de  humanidade que se diz “civilizada”  fundada nos pilares da dominação, do controle, e do poder . De forma que  toda a dúvida e  perplexidade ,quanto ao  meu e  ao seu “futuro”  serão a repetição de nossas convicções e desejos brotados da fonte da nascente da segurança da minha auto-preservação, e, junto dela, as minhas crenças e pressupostos carregados, tanto de certezas  quanto de embrutecimento, que nos tornam imperfeitos e frágeis, um tanto quanto nossas utopias e nossos construtos imaginários.  Embora ,tudo isso, ainda seja da autoria da capacidade  imaginativa de um pequeno contigente de pessoas , que construíram de maneira ahistórica do ponto de vista dos vencedores e estabelecidos , a elaboração de toda a humanidade desenhada em um único ideal utópico, legitimado por eles de  “civilização”.

Publicado em Civilization, Self-Preservative and Modernity | 4 Comentários